Categoria: IT Management

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Como manter a produtividade trabalhando remotamente

Com o contínuo impacto do surto de COVID-19 em pessoas e países ao redor do mundo, equipes de todos os lugares estão migrando para o trabalho remoto. A Kumulus tem como objetivo apoiar organizações de qualquer tamanho e segmento a se manter conectadas enquanto trabalham separadas, utilizando tecnologias baseadas na nuvem.

Sua empresa pode manter seus sistemas operacionais por meio da nuvem de nossos parceiros, como Microsoft e Amazon, além de poder utilizar o Microsoft Teams para conversar, realizar reuniões, chamadas e colaborar com outras pessoas da sua organização, tudo em um só lugar. Agora, apenas tecnologia não basta. Por isso gostaríamos de trazer algumas dicas para um trabalho remoto eficaz.
Dicas iniciais
Configure seu espaço de trabalho
Encontre um espaço em sua casa em que você possa se concentrar. Se você estiver em algum lugar com distrações em segundo plano, use a opção desfoque da tela de fundo no Microsoft Teams, por exemplo, para manter os colegas de equipe focados.
Foque na comunicação
Seu ritmo com o trabalho online em casa pode ser diferente do escritório. Por exemplo, você pode equilibrar o trabalho e o cuidado com os filhos ao mesmo tempo. Comunique sua programação aos colegas de trabalho para que eles saibam quando entrar em contato com você.
Mantenha limites saudáveis
Sem as situações normais do dia de trabalho, como o deslocamento até o escritório, pode ser mais difícil saber a hora de parar. Faça pausas, mantenha-se hidratado e dê a si mesmo a oportunidade de “encerrar” o trabalho remoto no final do dia.
Faça reuniões
Adote as reuniões online
Verifique se todas as reuniões incluem uma opção de “participação” online para que os membros da equipe possam participar de onde quer que estejam trabalhando. Ligue o vídeo para que os membros da sua equipe possam interagir cara a cara e se sintam mais conectados.
Seja consciente e inclusivo
Uma teleconferência lotada pode dificultar o compartilhamento de opiniões. Faça pausas com frequência para permitir perguntas e lembre aos participantes que eles podem usar a janela do chat para compartilhar ideias.
Grave as reuniões
Ao iniciar uma reunião, pressione “gravar”. O Microsoft Teams, por exemplo, possui essa funcionalidade. Os membros da equipe que não puderem participar conseguirão assistir mais tarde ou pesquisar informações importantes na transcrição gerada automaticamente. Dessa forma, as pessoas podem encontrar com facilidade tudo o que perderam ou precisam revisar.
Permaneça conectado
Compense a falta da conversa de corredor
A conversa rápida no cafézinho é uma das coisas que muitas pessoas sentem falta quando trabalham remotamente. Para compensar isso, tome a atitude de entrar em contato com seus colegas de trabalho. Pense nas mensagens de chat como sua conversa de cafézinho virtual e lembre-se de falar regularmente com as pessoas. Manter-se conectado com as pessoas é extremamente importante, ainda mais nessa fase de quarentena.
Reúna a equipe
Trabalhar remotamente pode parecer um pouco solitário. É importante criar oportunidades para toda a equipe se reunir virtualmente, seja para fazer brainstorms ou check-ins diários.

Não se engane, o tempo que estamos vivendo pode ser estressante. Manchetes negativas, preocupação com entes queridos ou idosos e a luta contra o desejo de entrar em pânico podem colocar todos os e-mails de trabalho e chats sem resposta. Porém, quanto mais esforço você fizer para se comunicar com os seus colegas e mais conectado você estiver, maior a chance de evitar sentimentos de isolamento.

Sim! É possível se manter produtivo trabalhando de casa aplicando dicas valiosas como as discutidas nesse post.

Cloud IT Management

7 razões pelas quais as pequenas empresas devem adotar Cloud Computing

Cloud Computing talvez seja a tecnologia mais eficiente da última década. Ela oferece uma alternativa versátil ao armazenamento e processamento local, já que a sua empresa pode armazenar informações e processar seus workloads em uma plataforma externa. Isso mudou a forma como as empresas competem no mundo atual, no entanto, isso se tornou uma parte tão normal de nossas vidas que, mesmo que você não perceba, provavelmente você está usando a nuvem. Na verdade, o uso da Cloud é muito comum no nosso dia a dia, por meio de mídias sociais, transações on-line e ao checar seus e-mails, por exemplo.

Existem grandes vantagens com a utilização da nuvem. É por isso que as taxas de adoção subiram consideravelmente nos últimos anos. Esses benefícios são especialmente importantes para startups e pequenas empresas.

Se você é uma pequena empresa ou startup e ainda não começou a usar de forma efetiva a nuvem, você definitivamente deveria começar a planejar a sua migração.

Neste artigo você entenderá como a nuvem passou de uma opção viável a uma necessidade moderna para empresas que queiram ter vantagens competitivas nos dias de hoje.

Custos iniciais mais baixos

Uma das primeiras vantagens da nuvem é a possibilidade de utilizar a mesma tecnologia que grandes empresas usam para manter sua vantagem competitiva, mesmo que você seja uma pequena empresa. Exatamente, mesmos alguns softwares que possuem um custo de aquisição extremamente caro, você tem a opção de pagar como serviço na nuvem, sendo a cobrança realizada por mês, hora ou minuto. Não importa se você precisa de um super computador para editar vídeos para produção criativa, um gerenciador de banco de dados extremamente robusto ou uma solução de e-mails e colaboração empresarial. Os custos iniciais associados a esses pacotes de software e suas licenças podem custar milhares de reais. Quando você tem um orçamento apertado, a melhor opção é ir para a nuvem, onde você paga uma taxa menor distribuída ao longo do tempo. Essa é apenas uma das muitas áreas nas quais a tecnologia baseada em cloud pode fazer a diferença entre o sucesso ou a falha financeira de sua empresa.

Acesso a qualquer hora, em qualquer lugar
Ser de fácil acesso é outro grande benefício sobre cloud computing. Você pode acessar a maioria dos programas e serviços a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, usando um navegador da web ou aplicativo. Isso é ótimo porque agora você não precisa estar no seu escritório para poder trabalhar. Você pode acessar do seu laptop enquanto viaja ou em seu smartphone ou tablet durante o trajeto. O custo de acesso é vinculado à taxa de serviço periódica, o que permite certa economia de dinheiro, baseado no uso efetivo de cada serviço ou software.
Dimensionamento da Infraestrutura
Escalar sua infraestrutura baseada em cloud é uma maneira rápida e fácil de expandir seus negócios. Por exemplo, empresas de e-commerce possuem workloads imprevisíveis. Um aumento inesperado de popularidade pode sobrecarregar seus servidores, o que afetaria a experiência de seus clientes quando eles mais precisam. Uma das vantagens da nuvem é a elasticidade e escalabilidade que ela fornece, ou seja, quando você precisa de mais recursos, eles estarão lá para suportar uma possível sobrecarga ou o crescimento rápido do seu negócio. Isso beneficia a sua pequena empresa tornado-a mais eficiente, barata e responsiva à demanda. Como você paga apenas pela carga dos serviços necessários para manter seus workloads, seus custos podem ser redimensionados conforme o seu uso, o que lhe trará uma forma mais econômica de trabalhar. Isso faz com que o conceito de comprar servidores para suportarem seus workloads durante três, quatro ou cinco anos, de forma local, se torne uma coisa do passado.
Backups e Recuperação

A segurança da informação ainda é um grande obstáculo para as pequenas empresas. Como as ameaças evoluem rapidamente, as pequenas empresas geralmente não conseguem manter uma defesa completa de sua infraestrutura crítica. Isso é assustador porque, em 2017, um estudo conduzido pelo Better Business Bureau no Canadá e EUA, identificou que apenas 35% das empresas acreditavam que permaneceriam lucrativas por mais de três meses se perdessem acesso a seus dados críticos. Quando você armazena seus dados na nuvem, é possível criar mecanismos que garantirão resiliência do gerenciamento de informações e seus respectivos dados, além de poder utilizar soluções de Disaster Recovery de forma rápida e com um custo mais acessível.

Requisitos de Hardware Inferiores

Com a nuvem, também é mais fácil diminuir as despesas vinculadas à aquisição de hardware, uma vez que você não precisa manter seu próprio servidor. Você também não precisa investir em licenciamento de diversos softwares de uso local. Em vez disso, você precisa apenas garantir uma boa conexão com a internet para que seu acesso aos serviços na nuvem sejam realizados de maneira rápida e confiável.

Atualizações de software 

Nem todas as pequenas empresas conseguem manter um suporte técnico interno. Isso é algo que você não precisa mais se preocupar com o uso de algumas soluções em nuvem. Para Softwares como Serviço (SaaS), como o Office 365 e outros produtos que atuam em necessidades específicas, por exemplo, você não precisa pagar para que uma empresa ou pessoa instale e configure seu software, atualize em todos os dispositivos em intervalos regulares ou certifique-se de que ele seja compatível com seu sistema operacional. Tudo o que você precisa é de um simples navegador web ou aplicativo, o restante fica com o provedor SaaS. Nesse modelo, você nunca será pego usando uma versão de software antiga porque você não tem dinheiro para atualizá-lo, por exemplo.

Faça mais com menos

Sem dúvidas, o argumento mais forte para a adoção da nuvem por pequenas empresas é sua relação custo-benefício. Isso se dá, pois a cloud elimina a necessidade de armazenamento físico e de diversos profissionais de TI para manter sua infraestrutura local. Economias adicionais também são possíveis, pois com a nuvem você paga apenas pelo o que usa e quando usa. Isso evita que você pague pelo espaço de armazenamento e capacidade computacional que você precisaria para os próximos anos de forma antecipada. Em vez disso, você simplesmente ajusta sua capacidade de armazenamento e processamento junto ao seu Cloud Provider e, em seguida, paga de acordo com a sua demanda.

É claro que a nuvem traz diversos outros benefícios que não mencionamos neste artigo. Por isso, se você quiser entender, com mais detalhes, como a cloud pode ajudar a sua empresa a ir além, entre em contato com o nosso time de especialistas para ajudarem a sua empresa em sua jornada para a nuvem.

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Automation

Tecnologia e automação a favor do crescimento da sua Empresa

Com o apoio da tecnologia é possível alcançar mais com menos!Entenda como e porque a automação e a tecnologia são importantes para o crescimento dos negóciosPara as empresas que buscam usar tecnologia e automação, a chave é identificar as funções que precisam de intervenção técnica, as eficiências e os resultados que ela pode fornecer e o nível de interrupção que o processo de transição provavelmente criará.Tecnologia e automação são parte integrante da nossa vida que muitas vezes não pensamos sobre impacto que ela tem.De nossos telefones celulares ao carro que dirigimos, a tecnologia está sempre presente. No campo dos negócios, palavras como automação, machine learning, inteligência artificial se tornaram comuns. A maioria das empresas hoje tem alguma ideia sobe o que isso acarreta e entende que é importante adotar a tecnologia e a automação.A questão é, então, como o crescimento dos negócios pode ser impactado pela tecnologia e faz sentido adotá-la. Considere algo tão básico quanto enviar uma foto com seus amigos no seu perfil do Facebook. Se seus amigos estiverem no Facebook, o site da rede social usará aprendizado de máquina para sugerir os nomes das pessoas na foto que você deseja marcar. No final, torna o processo de upload mais simples, rápido e fácil. Tecnologia e automação podem desempenhar um papel semelhante em um negócio.Reduz o tempo – Uma das maiores vantagens do uso da tecnologia é que ela reduz muito o tempo gasto para fazer o mesmo trabalho. As máquinas podem fazer muito mais em um período de tempo limitado sem qualquer trabalho penoso. Os avanços no poder da computação significaram que um volume complexo, mundano e até mesmo enorme de trabalho pode ser resolvido em questão de minutos. Diz-se que uma pirâmide foi construída por 4000 trabalhadores ao longo de 20 anos, mas com a tecnologia de hoje, o mesmo edifício pode ser feito em cerca de cinco anos.Receita e Lucro – De acordo com um relatório do Google e da KPMG, o envolvimento com tecnologias digitais pode ajudar as pequenas e médias empresas a aumentar significativamente as suas receitas. O relatório acrescente que tecnologias digitais como sites, mídias sociais e comercio eletrônico podem oferecer às pequenas e medias empresas um maior alcance de mercado e aumentar a capacidade de chegar aos clientes. As SMBs com participação digital têm quase o dobro da trajetória de crescimento da receita em comparação com as SMBs off-line.Fazendo mais com menos! Com mais produtividade.Com o apoio da tecnologia é possível alcançar mais com menos ou na mesma quantidade de tempo, abraçar a tecnologia aumenta a produtividade em grande medida. A tecnologia também libera a pessoa para fazer trabalhos mais substanciais, se a parte transacional, rotineira puder ser automatizada. Isso leva a uma melhor utilização das habilidades, o que, por sua vez, pode levar a uma maior produtividade. Para um negócio, também pode significar menos requisitos de mão de obra para obter a mesma quantidade de trabalho.Maior eficiência!Tecnologia significa que as máquinas agora executam tarefas que exigem um alto grau de eficiência e precisão. A tecnologia e a automação podem ajudar uma empresa a melhorar as eficiências em todas as funções – desde a fabricação até o marketing e garantir que erros dispendiosos sejam impedidos de acontecer. Isso, por sua vez, pode aumentar o crescimento dos negócios.InsightsA tecnologia também provou insights valiosos sobre o negócio. Transformando informações e números em dados acionáveis e significativos, as empresas podem usá-las para chegar a decisões estratégicas e calculadas. Tecnologias como a análise de big data podem desempenhar um papel fundamental no processo de tomada de decisões e garantir o crescimento dos negócios.Embora existam outras vantagens, a próxima questão lógica seria quais facetas de uma empresa a agora podem ser automatizados. Tomemos por exemplo as funções de uma organização financeira. De acordo com um artigo intitulado “Bots, algoritmos e o futuro da função financeira” da McKinsey & Company. “As organizações financeiras realizam uma ampla gama de atividades, desde a coleta de dados básicos até a tomada de decisões complexas e aconselhamento por meio da automação varia de acordo com as subfunções e requer um portfólio de tecnologias para aproveitar todas as oportunidades. “O artigo prossegue dizendo que aplicando a mesma metodologia descrita na pesquisa de automação do MCKinsey Global Institute, os autores Frank Plaschke, Ishaan Seth e Rob Whiteman, descobriam que as tecnologias altamente demonstradas podem automatizar totalmente 42% das atividades financeiras e, principalmente, automatizar mais 19%.A chave é identificar as funções que precisam de intervenção técnicaPara as empresas que buscam tecnologia e automação, a chave é identificar as funções que precisam de intervenção técnica, as eficiências e os resultados que ela pode fornecer e o nível de interrupção que o processo de transição provavelmente criará. Uma vez que essas três variáveis são contabilizadas, uma empresa não deve hesitar em adotar tecnologia e automação.Fonte: economictimes

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Cloud Custos IT Management

Como escolher o melhor provedor de Cloud

A ausência de uma estrutura comum para avaliar os provedores de serviços de nuvem ou Cloud Service Providers (CSPs), combinada com o fato de que não há dois CSPs iguais, dificulta o processo de seleção de um que seja adequado para sua organização. Para ajudar você nessa escolha, este post traz alguns fatores básicos que você pode usar para identificar um fornecedor que melhor corresponda às suas necessidades comerciais, técnicas e operacionais.Este post foca, especificamente, em provedores de infraestrutura de nuvem pública – estamos desconsiderando provedores de nuvem privada, principalmente por causa das características deles.Então, como você escolhe um provedor de nuvem pública? Primeiro, é importante saber quem são os principais players no atual momento.Os PlayersA Nuvem Pública possui diversos players, incluindo os três principais – Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure e Google Cloud Platform (GCP) e, claro, AWS, GCP e Azure dominam o mercado. (É tentador especular sobre o papel que o atrito e a consolidação podem ter neste espaço nos próximos anos, mas também está fora do escopo da nossa discussão aqui.)A AWS está no jogo há mais tempo e conquistou a maior fatia de mercado, com faturamento de mais de US$25bi. A Microsoft vem logo na sequêcia, com faturamento na casa dos US$11bi – considerando apenas o Azure, sem incluir a grande fatia de faturamento oriundos de serviços como Office 365, Dynamics 365, entre outros –  e o Google acumula um pequeno percentual de participação de mercado, com faturamento aproximado de US$4bi. Outros provedores que você pode querer considerar incluem a Oracle e a IBM Cloud. Eles são relativamente mais novos e mais limitados no momento no número de serviços disponíveis, mas podem ter serviços que atendam às suas necessidades.Como as estatísticas acima indicam, a AWS dominou por muito tempo o espaço dos provedores de nuvem. Mas hoje, mais e mais empresas estão pulverizando suas operações e usando provedores adicionais. Geralmente, isso não é uma questão de substituir um ao outro, mas sim de requisitos de negócios diferentes (como gerenciamento de riscos e custos) adequados a diferentes fornecedores de nuvem.Outras razões para usar mais de um provedor podem incluir o fato de que os fornecedores trabalham para precificar suas ofertas de maneira competitiva e adicionar continuamente novos recursos. Além disso, muitas organizações que usam Windows e outros workloads Microsoft recebem créditos gratuitos do Azure e incentivos do ponto de vista de licenciamento. Pode fazer sentido aproveitar esses tipos de incentivos (embora aconselhamos que o custo não seja sua primeira ou única prioridade). Abaixo, abordamos alguns dos principais critérios para avaliar quando você está decidindo em qual direção seguir.Principais Critérios de AvaliaçãoAo determinar quais provedores de nuvem você usará, você deve avaliar as opções oferecidas por diferentes provedores e analisar como elas suportariam suas características e objetivos de negócio. Os principais elementos a considerar, para quase todas as empresas, são os seguintes:1. SegurançaVocê precisa entender com precisão quais são suas metas de segurança, as medidas de segurança oferecidas por cada provedor e os mecanismos usados ​​para preservar seus aplicativos e dados. Além disso, certifique-se de entender completamente as áreas específicas pelas quais cada parte é responsável. – Veja a documentação Modelo de responsabilidade compartilhada na AWS, bem como a abordagem da Azure e do Google nesse sentido.Além disso, considere quais recursos de segurança são oferecidos gratuitamente por cada fornecedor que você está avaliando, quais serviços adicionais pagos estão disponíveis pelos próprios provedores e onde você pode precisar complementar com tecnologia de parceiros. Por exemplo, a AWS, Azure e o Google Cloud tornam esse processo relativamente simples, listando seus recursos de segurança nativos e gratuitos, produtos pagos e integrações de parceiros na seção de segurança de seus respectivos sites ou marketplace.A segurança é uma das principais preocupações na nuvem (e em qualquer outro lugar no momento), por isso, é essencial fazer perguntas detalhadas e explícitas relacionadas aos seus casos de uso, segmento, requisitos e outras preocupações que você possa ter. Não se esqueça de avaliar esse aspecto essencial antes de iniciar suas operarações na nuvem.2. ComplianceEm seguida, certifique-se de escolher uma plataforma de arquitetura em nuvem que possa ajudá-lo a atender aos padrões de conformidade que se aplicam ao seu setor e organização. Independentemente de você estar comprometido com as estruturas LGPD, SOC 2, PCI DSS, HIPAA ou qualquer outra certificação, certifique-se de compreender o que será necessário para alcançar a conformidade, assim que seus aplicativos e dados estiverem em uma infraestrutura de nuvem pública. Certifique-se de entender onde estão suas responsabilidades e quais aspectos de conformidade o provedor irá ajudá-lo a obter.3. ArquiteturaAo escolher um provedor de nuvem, pense em como a arquitetura será incorporada em seus fluxos de trabalho agora e no futuro. Por exemplo, se a sua organização já investiu muito em plataforma Microsoft, talvez faça sentido você seguir com o Azure, já que a Microsoft concede licenças aos clientes (e geralmente alguns créditos gratuitos, dependendo do seu modelo de contrato). Se sua organização depende mais dos serviços da Amazon ou do Google, talvez seja melhor procurar esses fornecedores para facilitar a integração e a consolidação.Além disso, você pode considerar arquiteturas de armazenamento em nuvem ao tomar sua decisão. Quando se trata de armazenamento, os três principais fornecedores têm arquiteturas semelhantes e oferecem vários tipos de armazenamento para atender a diferentes necessidades, mas todos eles têm diferentes tipos de armazenamento de arquivos, por exemplo. Se isso for importante para você, você vai querer entender as diferenças sutis entre eles. Cada um dos serviços oferece opções para armazenar e recuperar dados com a frequência e velocidade que você precisa (armazenamento rápido/quente vs. armazenamento lento/frio). Normalmente, o armazenamento frio custa muito menos, mas vem com algumas restrições.4. GerenciamentoVocê também precisará passar algum tempo determinando o que várias plataformas de nuvem exigirão de você do ponto de vista de gerenciamento. Cada um dos serviços suporta diferentes ferramentas de orquestração e integra-se a vários outros serviços. Se você tem serviços que são particularmente vitais para sua organização, certifique-se de que o provedor de nuvem escolhido ofereça uma maneira fácil de se integrar a eles (ou que sua organização esteja confortável em migrar para um serviço semelhante que seja suportado). Você também precisa determinar quanto tempo e esforço sua equipe investirá para entender como gerenciar vários aspectos da sua infraestrutura de nuvem antes de tomar uma decisão final.5. Níveis de serviçoEsse ponto é essencial quando as empresas têm necessidades estritas em termos de disponibilidade, tempo de resposta, capacidade e suporte (o que, sinceramente, quase todas as empresas tem hoje em dia). Os contratos de nível de serviço em nuvem ( SLAs) são elementos importantes a serem considerado ao escolher um provedor. É essencial estabelecer um relacionamento contratual claro – leia-se: legalmente aplicável – entre um cliente de serviços de nuvem e um provedor de serviços de nuvem. Particular atenção também deve ser dada aos requisitos legais para a segurança dos dados hospedados no serviço em nuvem, principalmente considerando os regulamentos da LGPD. Você precisa confiar em seu provedor de nuvem para fazer a coisa certa e precisa de um contrato legal que o ajude se algo der errado.6. SuporteO suporte é outro parâmetro que requer consideração cuidadosa. Se você precisar de ajuda, será capaz de obtê-la de forma rápida e simples? Em alguns casos, o único suporte que você receberá é por meio de um serviço de bate-papo ou de um call center. Isso pode ou não ser aceitável para você? Essa pergunta só a sua organização poderá responder. Em outros casos, você pode ter acesso a um recurso dedicado, mas há uma boa chance de haver restrições de horário e acesso. Faça perguntas antecipadamente sobre a que nível e forma de suporte você terá acesso antes de escolher um provedor de nuvem. Nesse caso, ter um provedor de serviços gerenciados (Managed Service Provider) como a Kumulus, pode fazer a diferença. Além de você receber suporte especializado pelo provedor de serviços, tais empresas podem (nem todas) ter contratos dedicados com cada empresa. A Kumulus, por exemplo, tem contratos diretos com a Microsoft e AWS, os quais garantem SLAs mais agressivos e atendimento 24×7.7. CustosEmbora nunca seja o fator único ou mais importante, não há como negar que o custo terá um grande papel na decisão de qual provedor de serviços de nuvem você escolherá. É útil analisar o preço de etiqueta e os custos associados (incluindo o pessoal que você pode precisar contratar para gerenciar suas instâncias e serviços).Entenda a estrutura de preços dos três principais players:AWS: A Amazon determina o preço, arredondando o número de horas/minutos usados. O uso mínimo é de 60 segundos para instâncias EC2 – VMs. As instâncias podem ser compradas de uma das duas maneiras:On-Demand: Ou seja, pague à medida que você usaReservado: Instâncias são reservas para um ou três anos, com um custo inicial baseado na utilização.Alguns outros serviços são cobrados por tipo e quantidade de informações armazenadas, como no caso do S3 ou número de execuções por mês, como no caso de serviços como o Lambda.Azure: o Azure fatura os clientes por segundos, horas, gigabyte ou milhares de execuções, dependendo do produto escolhido. Também é possível ter acesso à opção de reservar instâncias, como na AWS. Além da opção de pagamento via cartão de crédito, a Microsoft possui um formato de cobrança diferenciado no Brasil através do modelo CSP, utilizando seus parceiros e distribuidores oficiais no Brasil, como a Westcon, por exemplo.Google Cloud Platform: o GCP é cobrado por segundo, no caso das VMs. O Google também oferece “preços de uso sustentado” e “descontos de uso comprometidos” para serviços de computação que oferecem um modelo mais simples e mais elástico comparado às instâncias reservadas da AWS. Você pode ler mais sobre como eles funcionam aqui.Como você pode ver, não há uma comparação simples entre esses players, principalmente quando o assunto é preço. Para fazer uma sábia escolha, você precisará analisar seus padrões de uso (ou os padrões de uso previstos) e determinar qual dos três melhor se ajusta ao seu modelo de negócios, orçamento, linha do tempo e assim por diante. Se você acha muito complicado fazer esse levantamento de estimativas de custo, empresas como a Kumulus podem apoiar sua empresa em analisar os custos de forma mais assertiva e apoiá-lo nessa decisão.Considerações finaisEmbora os aspectos discutidos neste post não forneçam todas as informações que você precisa para tomar a melhor decisão, eles ajudarão você a criar uma estrutura analítica sólida a ser usada ao determinar em qual(is) provedor(es) de serviços de nuvem sua organização confiará seus dados e aplicações. Você pode chegar em uma conclusão mais assertiva fazendo uma análise completa dos requisitos da sua empresa, para então descobrir outros fatores que ajudarão você a tomar a melhor decisão possível. Isso será fundamental para determinar qual provedor pode fornecer os recursos que melhor suportarão seus objetivos de negócios, operacionais, de segurança e compliance.Se você ainda não está utilizando o poder da nuvem, ou caso você já esteja operando na nuvem e planeja fazer a transição de suas cargas de trabalho para containers ou uma arquitetura serverless (sem servidores), não deixe de entrar em contato com a Kumulus. Nosso time de especialistas pode ajudar sua organização a tomar uma decisão personalizada, baseado na real necessidade da sua empresa.

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Elasticidade e Escalabilidade, conhecendo algumas belezas da nuvem

Estas são duas das principais características de serviços na nuvem e elas abordam dois momentos diferentes no ciclo de vida de uma empresa. Elasticidade na nuvem se aplica às necessidades táticas de curto prazo, enquanto a Escalabilidade suporta as necessidades de longo prazo da empresa, ou estratégicas.
Elasticidade
A Elasticidade proporcionada pela computação em nuvem permite às empresas reduzir dinamicamente as capacidades computacionais dos serviços contratados baseado na demanda atual da organização.
De acordo com uma obra de referência, a elasticidade é definida como “o grau em que um sistema é capaz de se adaptar à carga de trabalho, provisionando recursos de forma autônoma, de tal modo que em cada ponto no tempo os recursos disponíveis correspondem à demanda atual de cada cliente. ”.

Vamos ilustrar a elasticidade através do simples exemplo de uma loja virtual ou e-commerce. Em momentos do dia em que o site possui muitos acessos, as capacidades computacionais do serviço de nuvem utilizado pelo site podem ser aumentadas, garantindo bom desempenho e experiência para os consumidores/usuários da loja. Da mesma forma, em momentos em que o site tem menos acesso, durante a madrugada por exemplo, tais recursos computacionais podem ser reduzidos, garantindo não apenas o desempenho necessário para suportar a demanda atual, durante esse horário onde a procura por produtos é menor, mas também reduzindo o custo com recursos computacionais utilizados pelo site.

Pense em Elasticidade como, essencialmente, um grande conjunto de recursos que podem, ou não, ser utilizados a qualquer momento. Se você está criando o novo Facebook ou Instagram, você espera que milhões de pessoas no mundo inteiro utilizem a sua aplicação eventualmente. Porém se o seu crescimento foi exponencial, como o dessas empresas, algo como que do dia para a noite, você talvez precise alocar recursos rapidamente para suportar essa demanda inesperada, a elasticidade garante que você consiga aumentar as capacidades computacionais dos serviços que suportam a sua aplicação de forma rápida, de modo a garantir bom desempenho aos seus usuários.
Escalabilidade
Escalabilidade, por outro lado, permite que as empresas atendam as demandas esperadas para os próximos meses e/ou anos, sem a necessidade de grandes investimentos em infraestrutura, ou despesas de capital – CAPEX, conforme discutido no nosso último post  – Trocando CAPEX por OPEX com a nuvem. Uma empresa saudável tem seus altos e baixos ao longo de períodos curtos de tempo, mas a tendência natural é o crescimento a longo prazo.

A escalabilidade é um nível previsível de recursos que deverão ser alocados para suportar as demandas da sua organização, a qual você planeja que os sistemas da sua empresa irão exigir ao longo do tempo. É claro que Escalabilidade está muito ligado a Elasticidade, afinal você tem a capacidade de escalar de forma rápida e fácil quando você precisar de mais ou menos recursos, mas o segredo em ser escalável é o de antecipar as demandas da sua organização para um determinado período de tempo.

Por exemplo, vamos supor que a sua empresa possui atualmente mil usuários que irão utilizar um conjunto de aplicativos que você deseja colocar na nuvem. Você sabe que você precisa ter um determinado nível de capacidade computacional se todos os mil usuários estiverem conectados ao mesmo tempo. Você pode até fazer uso da elasticidade, como a de adicionar mais recursos de forma rápida para suportar novos duzentos ou trezentos usuários, mas a escalabilidade está mais relacionada com crescimentos planejados.

Duzentos novos usuários representariam, ao menos, 20% a mais de recursos alocados do que os previstos inicialmente. Esse crescimento não necessariamente foi planejado, especialmente quando uma empresa literalmente “estoura” no mercado, mas com um planejamento correto, para a maioria das organizações, é possível ter uma ideia de que um negócio irá crescer 20% nos próximos X meses ou anos e planejar o crescimento computacional escalável.

Quanto menor for o seu negócio, mais essa idéia se se aplica. As previsões o ajudam a realizar o seu planejamento de capacidade em uma base anual, semestral ou trimestral. Se o negócio está crescendo rapidamente você pode avaliar a sua capacidade até mesmo mensalmente, uma vez que a nuvem te garante essa flexibilidade.

Resumindo, a Escalabilidade é muito mais específica e gradual do que a Elasticidade. Ela está relacionada com um crescimento controlado por você e seu provedor de serviços de nuvem, por isso é importante ter em mente o crescimento natural da sua empresa e como a computação em nuvem pode ajudá-lo a chegar lá.

Esses dois conceitos básicos são extremamente relevantes para que você entenda um pouco melhor como a nuvem pode apoiar sua organização a entregar um melhor desempenho e experiência aos seus clientes, internos ou externos, garantindo também a otimização operacional e financeira.

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Trocando CAPEX por OPEX com a nuvem

Afinal, o que é CAPEX e OPEX
CAPEX é um acrônimo do inglês que significa Capital Expenditure, ou, traduzido, despesas de capital. Em outras palavras, CAPEX se refere ao investimento para compra de bens de capital de uma determinada organização. Pensando na área de tecnologia, um exemplo de despesa de capital seria a aquisição de servidores físicos para suportar a operação e o futuro crescimento de uma empresa.

OPEX, também do inglês, significa Operational Expenditure, ou despesas operacionais. O OPEX está relacionado ao custo associado à operação de cada empresa, o que inclui manutenção dos equipamentos utilizados, gastos de consumo e outras despesas operacionais. Realizar um contrato de manutenção dos servidores ou contratar profissionais para administrar o ambiente tecnológico da empresa são exemplos de despesa operacionais que uma organização poderia ter.

Agora que definimos estes dois termos, é fácil perceber que um dos maiores desafios das organizações atuais é lidar com o CAPEX, uma vez que envolve, na maioria das vezes, grandes investimentos, principalmente quando relacionados à área de TI. Além disso, uma vez que se trata de aquisição de bens de capital, tal investimento geralmente não traz muita flexibilidade para a organização. Pense, por exemplo, na aquisição de um novo servidor para a sua empresa. É claro que a redução no custo na fabricação de hardware, comparando com apenas há alguns anos atrás, reduziu também o custo final de um novo servidor, porém qualquer empresa que faça a aquisição de um servidor sabe que terá que desembolsar alguns milhares ou quem sabe dezenas de milhares de reais – até mesmo milhões, em alguns casos – para adquirir a infraestrutura necessária para suportar as necessidades computacionais do seu negócio. Tais investimentos, sem dúvida, afetam de forma significativa o orçamento de qualquer organização. Sabendo que cada servidor possui um tempo de vida útil, principalmente considerando as evoluções naturais da tecnologia, bem como o aumento da carga de trabalho, devido ao crescimento natural das organizações, em pouco tempo um upgrade na infraestrutura pode ser necessário, gerando mais despesas de capital. Este é um ciclo natural e que, para muitas organizações, faz parte da sua estratégia.
Benefícios da troca de CAPEX por OPEX?
Muitas vezes, e por motivos diversos, empresas de diferentes tamanhos e segmentos entendem a necessidade de trocar CAPEX por OPEX. Um dos maiores objetivos é o de diluir o orçamento direcionado para a aquisição de infraestrutura, transformando estes gastos em despesas operacionais. É aqui que a computação em nuvem, ou Cloud Computing, se mostra extremamente vantajosa, frente a qualquer outra estratégia.

Suponhamos que sua empresa precise de um novo servidor para suportar as demandas computacionais pelos próximos 30 meses. O valor para aquisição dos equipamentos necessários para esse upgrade é de R$50.000,00 (cinquenta mil reais). Esse custo seria uma despesa de capital e envolveria um grande planejamento inicial para, efetivamente, efetuar tal aquisição. Num simples cálculo financeiro, dividindo o custo para a aquisição dos equipamentos durante o período de 30 meses, é possível dizer que sua empresa estaria investindo, um pouco menos de R$1.700,00 (mil e setecentos reais) por mês apenas para a aquisição da infraestrutura, isso sem contar as despesas operacionais de manutenção e gerenciamento dos servidores. Lembramos também que o valor total, geralmente, são pagos up-front, ou seja, no momento da compra do servidor, ou em um período inferior ao tempo efetivo de uso.

Agora, imagine que por R$1.200,00 (mil e duzentos reais) ao mês, a sua empresa poderia ter disponível nesse momento as mesmas capacidades computacionais necessárias para suportar sua demanda pelos próximos 30 meses, sem a necessidade de gastos adicionais como, aluguel de espaço para a alocação desse servidor, manutenção e gerenciamento dos equipamentos, entre outros.

Pense agora, na questão da flexibilidade. Em uma infraestrutura adquirida através de investimento de capital sua empresa pode até não utilizar 100% das capacidades computacionais do servidor adquirido, mas o investimento já foi realizado e você está pagando por ele desde o início, quer você o esteja utilizando totalmente, quer não. Com a nuvem você possui a flexibilidade de alocar apenas os recursos necessários para cada ciclo da sua empresa. Vamos imaginar que durante os próximos 5 meses não haverá a necessidade de alocar mais recursos computacionais para os servidores da sua empresa, uma vez que o crescimento planejado é menor, nesse caso o seu custo também será menor, uma vez que a alocação dos recursos computacionais é feita de forma elástica, podendo ser alocados ou desalocados a qualquer momento.

Além disso, depois desse ciclo de 30 meses, muito possivelmente sua empresa teria que novamente realizar investimentos para o upgrade dos servidores atuais, uma vez que a infraestrutura foi planejada baseado apenas na demanda desse período específico. Com a computação em nuvem, após esse período de 30 meses, sua empresa não precisaria desembolsar grandes valores para realizar um novo investimento em infraestrutura. Você apenas aumentaria as despesas operacionais, associadas com a alocação de mais recursos, como memória, CPU e armazenamento para os servidores atuais, a fim de suportar o aumento da demanda a partir deste período. Em termos práticos a sua mensalidade junto ao provedor de Cloud Computing aumentaria pouco, comparado ao custo de adquirir novos equipamentos para a sua própria infraestrutura.

Sem dúvida, a nuvem traz muitos benefícios do ponto de vista tecnológico e financeiro. As vantagens mais evidentes da troca de CAPEX por OPEX utilizando a nuvem são o aumento na flexibilidade dos custos, uma vez que eles podem diminuir ou aumentar de acordo com a real necessidade do seu negócio – baseado na carga de trabalho atual – e a redução das necessidades de financiamento, que ficam mais diluídas ao longo do tempo, conforme destacado no exemplo acima.

Cloud IT Management

O caminho para uma gestão de TI moderna com a nuvem

O caminho para o gerenciamento moderno de TI começa avaliando onde sua organização está em termos de sistemas legados e inovação. Em colaboração com várias áreas do negócio, você pode criar um inventário e mapear as dependências de TI existentes na sua organização.

Depois de saber onde você está, você pode começar a definir para onde deseja ir. Esse processo envolve o alinhamento das ferramentas e dos processos corretos à sua estratégia corporativa. É importante que os executivos e gerentes de negócios e TI estejam envolvidos nos processos do início ao fim para garantir que as decisões sejam baseadas em restrições, dependências, prioridades e orçamento de negócios. Em última análise, sua estratégia de gerenciamento de modernização deve ser imaginada com três objetivos principais em mente:

Reduzir Custo: Reduza o número de infra-estrutura e serviços ociosos e pague apenas pelo que você usa. Diminuir o custo de manutenção de uma infraestrutura de TI mais antiga para abrir espaço para novas iniciativas inovadoras de TI que ofereçam maior valor à organização.
Mitigar o risco: aproveite a mais recente tecnologia de segurança que inclui sistemas que podem ser facilmente corrigidos e atualizados. Proativamente, construa a segurança da informações em novos investimentos em tecnologia.
Acelere a transformação: crie uma infraestrutura moderna na nuvem, na qual você possa conduzir com mais facilidade a missão da sua empresa e prosperar no ambiente de negócios em rápida mudança atual.

Uma visão sobre a gestão de TI moderna
Um roteiro moderno de gerenciamento de TI apresenta uma visão abrangente das estratégias de tecnologia de sua organização na sequência certa. Embora os detalhes de cada roteiro possam parecer diferentes para cada organização, o exemplo a seguir dá uma ideia de como um caminho comum pode parecer para ajudá-lo a criar sua própria estratégia de transformação.
Pense sobre a experiência e gestão do usuário
A imagem e a implantação tradicionais de desktops e laptops consomem uma grande quantidade de recursos e tempo de TI. Ele vem com o ônus de ter hardware, licenciamento, conhecimento da equipe local e uma cadência regular de gerenciamento, manutenção e solução de problemas. A tecnologia de auto-atendimento, como o Auto Pilot, juntamente com o Azure AD e o Intune, marca o início da experiência e do gerenciamento modernos do usuário.

A modernização da implantação do Windows com o Auto Pilot permite que os profissionais de TI automatizem a implantação e o gerenciamento de novos PCs. Com apenas alguns cliques, você pode ter um dispositivo totalmente configurado pronto para uso! Isso cria uma excelente oportunidade para aumentar a eficiência de forma a economizar tempo, dinheiro e, por fim, liberar recursos de TI para se concentrar em iniciativas de maior valor agregado que impulsionem os negócios.
Remova custos e a dependência da infraestrutura
À medida que os bancos de dados da empresa continuam se expandindo e se tornando mais complexos, a execução desses bancos de dados locais significa um gerenciamento tedioso e custos de hardware desnecessários. Serviços baseados em nuvem como o Amazon RDS é uma uma boa solução para ser analisada, pois permite que a TI fique à frente desse crescimento. Não há necessidade de comprar, transportar e instalar hardware. Com apenas um clique, as empresas podem aumentar ou diminuir seus bancos de dados, tanto do ponto de vista de desempenho quanto em espaço consumido, dependendo das necessidades do negócio, e pagar apenas pelo que usam. Do ponto de vista comercial, o benefício mais óbvio de mover a infraestrutura para a nuvem é o custo reduzido e maior flexibilidade.

Com esses benefícios, surge a oportunidade de aproveitar outros serviços e aplicativos baseados em nuvem. Muitas vezes, vemos organizações aproveitarem serviços como o Cloud Print, que permite imprimir de qualquer lugar para qualquer local da impressora com facilidade. Alguns outros aplicativos comuns que são os primeiros a chegar à nuvem incluem o Exchange Online para gerenciamento de e-mail seguro e confiável, bem como o SharePoint Online para colaboração simplificada entre colaboradores.
Entre com tudo na TI moderna
O “Dream State” do gerenciamento de TI moderno é um lugar onde a empresa opera em uma plataforma totalmente gerenciada pela nuvem. Para a maioria das organizações, esse estado não é realista nem aconselhável nos dias atuais. No entanto, conforme observado anteriormente, a nuvem é onde a tecnologia do futuro será construída. As empresas devem começar a agir agora para levar aplicativos legados obsoletos para a nuvem, para que possam mais facilmente adotar o próximo nível de inovação.

Uma área do gerenciamento que muitas vezes vemos migrar para a nuvem nesse estágio são as políticas de segurança do Active Directory. O gerenciamento de GPO para usuários individuais e computadores é uma tarefa onerosa. Com o Intune, por exemplo, você pode inscrever dispositivos em um serviço baseado na nuvem para cumprir suas políticas corporativas e ajudá-lo a gerenciar dispositivos corporativos e pessoais (BYO). Dando um passo à frente, as organizações podem, por fim, abandonar completamente o Active Directory no local e migrar para o uso do Azure Active Directory na nuvem.
O tempo para a modernização é agora
Em um roteiro para o gerenciamento moderno de TI, é importante observar que a transformação é tão importante quanto a cultura e a tecnologia. As ferramentas e práticas delineadas acima fazem parte da transformação, mas a verdadeira medida de sucesso é como a sua empresa vai abraçar a mudança que vem com a inovação acelerada. E quando você chegar ao seu destino, a jornada continua.

O tempo para a modernização de TI é agora e sempre. É a evolução contínua da infraestrutura e dos softwares existentes dentro de uma organização, com o objetivo de alinhar a TI com as estratégias de negócios que também estão em constante mudança. A Kumulus trabalha de perto com as organizações para definir o que elas querem alcançar e trabalhar diretamente com seus objetivos de negócios. Os líderes de TI definem objetivos claros para seus projetos de modernização de TI, a Kumulus os ajuda a executá-los.

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